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Photos: CHURCH / Igreja Nossa Senhora da Meada - Ruínas

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Photos: CHURCH / Igreja Misericórdia (S. Sebastião) Póvoa e Meadas

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Esta igreja terá sido construída nos fins do séc. XVI ou início do séc. XVII.

A igreja da Misericórdia situa-se na povoação de Póvoa e Meadas, concelho de Castelo de Vide.

A igreja é constituída por três volumes: nave, capela-mor e sacristia.

A nave é rectangular, o tecto é trapezoidal em ripado de madeira assente sobre barrotes.

Na parede Norte abre-se a porta principal, encimada por um janelão rectangular, na do Sul abre-se o arco triunfal de granito de volta perfeita assente sobre capitéis que encimam as ombreiras. Ao lado esquerdo foi construído um púlpito, na parede Este está a porta de acesso à sacristia.

A capela-mor é quadrangular, o solo é sobre-elevado em relação ao da nave. Nas paredes Oeste e Este, rasga-se um janelão de volta perfeita para iluminação, na do lado Sul ergue-se a mesa do altar.

A fachada principal é orientada para Norte e termina em ângulo, encimada por uma cruz de pedra. Ao centro tem a porta principal a que se chega por um patamar de três degraus.

A face exterior das ombreiras e do dintel são decoradas com duas cruzes de Cristo, um hexalfa, dois pentalfas e quatro cruzes de Malta inscritas em círculos.

Encimando a porta rasga-se um janelão para iluminação da nave. À direita, no extremo Oeste do telhado, ergue-se uma pequena sineira com sino.

in "http://www.cm-castelo-vide.pt"

 

Photos: CHURCH / Igreja Paroquial de Póvoa e Meadas

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Photos: CHURCH / Igreja de São Paulo - Ruínas

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Categoria: Arquitectura religiosa
 
Tipologia: Igreja
 
Localização: Serra de São Paulo
 
Protecção Legal: Inexistente
 
Nota Histórica: A igreja de São Paulo - situada na ponta oeste da Serra de Castelo de Vide, no monte designado no século XII "rostrum de Melrica" - é hoje um edifício arruinado, a que com muita dificuldade se acede, devido à densa vegetação que o rodeia. Localiza-se sensivelmente no sítio onde, em 1509/1510, Duarte d'Armas desenhou uma das atalaias de Castelo de Vide. É possível que parte do templo (a capela-mor) tenha aproveitado na sua construção o que restaria da estrutura militar de vigia. Os restos observáveis parecem apontar nesse sentido.
 
Construída provavelmente na segunda metade do século XVI, a igreja tinha quatro compartimentos de pequena dimensão, reconhecíveis ainda hoje nas ruínas: nave única, capela-mor, sacristia e um outro espaço cuja funcionalidade desconhecemos, talvez a casa do ermitão.
 
Não existem quaisquer indícios que nos permitam vislumbrar como seria a fachada do templo, virada sensivelmente a nascente, ou a sua cobertura. A capela-mor é quadrangular e era coberta por uma cúpula hemisférica, de que ainda restam vestígios caiados.
 
Trata-se de uma capela filiável nas cubas mouriscas, de que existem numerosos exemplares por todo o sul de Portugal. Só no concelho de Castelo de Vide existem pelo menos mais dois, infelizmente também arruinados: as ermidas da Senhora das Virtudes (no Vale da Bexiga) e de São Silvestre (junto da estrada para a Póvoa), a que se pode ainda juntar a ousia de Nossa Senhora da Penha, embora seja circular. Perto, no concelho de Portalegre, temos ainda a capela lateral da Senhora da Alegria, na igreja de Carreiras, e as ruínas da pequenina igreja de São Tomé, no cimo do monte da Penha. Sem sabermos até que ponto são apenas emanações tardias da tradição moura ou vestígios antigos de espaços cultuais do islamismo fatimida, depois cristianizados, estas estruturas são de qualquer modo uma reminiscência histórica e arquitectónica das ermidas muçulmanas, relacionadas com cultos populares islamizados ou integráveis num islamismo muito heterodoxo, próximo do sufismo. Nas palavras de Artur Goulart de Melo Borges, são constituídas por "um corpo cúbico com uma cobertura cupular hemisférica, forrada exteriormente ou por simples reboco deixando ver a sua forma característica, ou por telhado de quatro águas escorrendo em curvatura ao jeito da cúpula" (Artur Goulart de Melo Borges, "As "kubbas" Alentejanas - Monumentos de origem ou influência muçulmana no distrito de Évora". Actas do Congresso sobre o Alentejo - Semeando Novos Rumos, vol I, Évora, 1985: 198). Simultaneamente oratórios e postos de vigia militar, neles vivia "um santo asceta" morabito ou marabuto "que aí recebia e orientava os fiéis e onde poderia vir a ser sepultado, continuando assim esse lugar a ser objecto de veneração. O termo morábito passou inclusivamente a significar também o próprio edifício" (Borges, 1985: 200). De acordo com este investigador, estas estruturas podem dividir-se em várias tipologias, dependendo da sua localização estratégica. A igreja de são Paulo de Castelo de Vide pertence à tipologia 1A, dado que tem uma situação estratégia em altitude pronunciada, permitindo abranger vasta panorâmica, associada ao isolamento. As outras tipologias são as seguintes: 1B, se a situação em altitude está ligada a uma localização na periferia dos povoados; 1C, se a altitude se junta a uma localização no interior das povoações; 2, se estão isoladas, mas sem altitude, associadas a estradas, rios ou atalaias; 3A, se não têm situação estratégica aparente e existem na periferia dos povoados; e 3B, se se localizam nos povoados, sem situação estratégica vislumbrável (cf. idem, ibidem: 200-201).
Não se sabe ao certo quando se deram o abandono e a ruína desta pequena igreja de Castelo de Vide (cujas ruínas necessitam de conservação e valorização). Cremos, no entanto, que terão ocorrido já em finais do século XVIII ou no século XIX, dado que em 1758 a ermida de São Paulo ainda era alvo de culto.

in http://www.fontedavila.org


Notas sobre a
IGREJA DE SÃO PAULO (Castelo de Vide)


A igreja de São Paulo – situada na ponta oeste da Serra de Castelo de Vide, no monte designado no século XII “rostrum de Melrica” – é hoje um edifício arruinado, a que com muita dificuldade se acede, devido à densa vegetação que o rodeia. Localiza-se sensivelmente no sítio onde, em 1509/1510, Duarte Darmas desenhou uma das atalaias de Castelo de Vide. É possível que parte do templo (a capela-mor) tenha aproveitado na sua construção o que restaria da estrutura militar de vigia. Os restos observáveis parecem apontar nesse sentido.
Construída provavelmente na segunda metade do século XVI, a igreja tinha quatro compartimentos de pequena dimensão, reconhecíveis ainda hoje nas ruínas: nave única, capela-mor, sacristia e um outro espaço cuja funcionalidade desconhecemos, talvez a casa do ermitão.

Não existem quaisquer indícios que nos permitam vislumbrar como seria a fachada do templo, virada sensivelmente a nascente, ou a sua cobertura. A capela-mor é quadrangular e era coberta por uma cúpula hemisférica, de que ainda restam vestígios caiados.

Trata-se de uma capela filiável nas cubas mouriscas, de que existem numerosos exemplares por todo o sul de Portugal. Só no concelho de Castelo de Vide existem pelo menos mais dois, infelizmente também arruinados: as ermidas da Senhora das Virtudes (no Vale da Bexiga) e de São Silvestre (junto da estrada para a Póvoa), a que se pode ainda juntar a ousia de Nossa Senhora da Penha, embora seja circular. Perto, no concelho de Portalegre, temos ainda a capela lateral da Senhora da Alegria, na igreja de Carreiras, e as ruínas da pequenina igreja de São Tomé, no cimo do monte da Penha. Sem sabermos até que ponto são apenas emanações tardias da tradição moura ou vestígios antigos de espaços cultuais do islamismo fatimida, depois cristianizados, estas estruturas são de qualquer modo uma reminiscência histórica e arquitectónica das ermidas muçulmanas, relacionadas com cultos populares islamizados ou integráveis num islamismo muito heterodoxo, próximo do sufismo. Nas palavras de Artur Goulart de Melo Borges, são constituídas por “um corpo cúbico com uma cobertura cupular hemisférica, forrada exteriormente ou por simples reboco deixando ver a sua forma característica, ou por telhado de quatro águas escorrendo em curvatura ao jeito da cúpula” (Borges, 1985: 198). Simultaneamente oratórios e postos de vigia militar, neles vivia “um santo asceta – morabito ou marabuto – que aí recebia e orientava os fiéis e onde poderia vir a ser sepultado, continuando assim esse lugar a ser objecto de veneração. O termo morábito passou inclusivamente a significar também o próprio edifício” (Borges, 1985: 200). De acordo com este investigador, estas estruturas podem dividir-se em várias tipologias, dependendo da sua localização estratégica. A igreja de são Paulo de Castelo de Vide pertence à tipologia 1A, dado que tem uma situação estratégia em altitude pronunciada, permitindo abranger vasta panorâmica, associada ao isolamento. As outras tipologias são as seguintes: 1B, se a situação em altitude está ligada a uma localização na periferia dos povoados; 1C, se a altitude se junta a uma localização no interior das povoações; 2, se estão isoladas, mas sem altitude, associadas a estradas, rios ou atalaias; 3A, se não têm situação estratégica aparente e existem na periferia dos povoados; e 3B, se se localizam nos povoados, sem situação estratégica vislumbrável (cf. Borges, 1985: 200-201).

Não se sabe ao certo quando se deram o abandono e a ruína desta pequena igreja de Castelo de Vide (cujas ruínas necessitam de conservação e valorização). Cremos, no entanto, que terão ocorrido já em finais do século XVIII ou no século XIX, dado que em 1758 a ermida de São Paulo ainda era alvo de culto.
Bibliografia consultada:

Borges, Artur Goulart de Melo (1985) – “As ‘kubbas’ alentejanas – Monumentos de origem ou influência muçulmana no Distrito de Évora”. Actas do Congresso sobre o Alentejo – Semeando novos rumos, primeiro volume, Évora, Outubro: 198 – 202.

Cid, Pedro (2005) – As Fortificações Medievais de Castelo de Vide. Lisboa, IPPAR.
Trindade, Diamantino Sanches (1989) – Castelo de Vide – Arquitectura Religiosa, vol. 1. (2ª edição), Lisboa, Câmara Municipal de Castelo de Vide.

in http://nortealentejano.blogspot.pt

Photos: CHURCH / Igreja de São José

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Esta igreja foi construída no início de séc. XVII. Conforme descrição em lajes sepulcral.
CO
G. MENDZ E ANA GO
MES A MANDARAM FAZ
ER COM ESTA IGREJA
E COM AS MAIS CASAS
1620 ANOS
A igreja de S. José fica situada na rua do mesmo nome, dentro de aglomerado populacional, na encosta Sul da elevação onde se ergue a vila de Castelo de Vide.
 
A igreja é formada por um só volume. O espaço interno distribui-se pela nave, capela-mor e sacristia.
A nave é rectangular, o tecto é em abóbada de volta perfeita que arranca de uma cornija que corre ao longo das paredes. Encostado à parede Sul há um púlpito de pedra.
 
A capela-mor é em abside e tem ao centro um nicho com as imagens da Sagrada Família, ladeado por colunas. O tecto é em abóbada de ¼ de esfera.
 
A porta de entrada é rectangular e voltada a Este, ladeada por uma janela gradeada, é encimada por uma empena triangular simples com cornija. No cimo há uma cruz de ferro cujos braços terminam em flor de liz. Do ângulo inferior do lado esquerdo da empena arranca um pequeno nicho que teria tido a imagem de S. José, encimado por um óculo circular. No alto da fachada, há a cruz de Malta em alto-relevo.
 
Todo o solo interno é pavimento com tijolos.
in http://www.cm-castelo-vide.pt