5 Photos: MENHIR / Anta da Tapada de Matos-Mosteiros, Castelo de Vide, Portugal

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MENHIR / Anta da Tapada de Matos-Mosteiros, Castelo de Vide, PortugalMENHIR / Anta da Tapada de Matos-Mosteiros, Castelo de Vide, Portugal

MENHIR / Anta da Tapada de Matos-Mosteiros, Castelo de Vide, PortugalMENHIR / Anta da Tapada de Matos-Mosteiros, Castelo de Vide, Portugal
 
MENHIR / Anta da Tapada de Matos-Mosteiros, Castelo de Vide, Portugal

 
 

 
 
Located in a rural area, isolated on farmland and surrounded by cork oaks and olive trees, this megalithic funerary monument was erected between the Neolithic and Chalcolithic and constitutes the largest specimen attributed to this typology of all registered until now in the Municipality of Castelo de Vide and in the Northeast of Alentejo, being part of the Mosteiros archaeological complex.
Despite its precarious state of preservation, seven of the eight granite stones that originally made up the sepulchral chamber of an irregular polygonal plan with about five meters of internal diameter are still visible, into which three of its largest supports
.
In addition to these, fragments of several granite blocks are observed, quite possibly corresponding to the steles that make up the primitive hat.
As for the relatively long corridor, although it has been roughly cut in half by a loose stone wall delimiting a contiguous property, it is open to the spring, without any covering slab, and is composed of six supports supported by the
inside, by six stones placed vertically.
In relation to the mamoa - or tumulus - that would cover the whole monument, some of its remains are still quite visible.
Integrated in the area of ​​the monument is also possible to observe the existence of a silo excavated in the rock of pre-megalithic origin, but which will have been partially destroyed when opening a pit for placement of one of the aisles of the corridor. It could therefore have belonged to a housing area existing in the same place where the tapir would later be built. [AMartins]
 
 
Localizado numa zona rural, de forma isolada em terrenos de cultivo e rodeado de sobreiros e de oliveiras, este monumento funerário megalítico terá sido erguido entre o Neolítico e Calcolítico e constituí o exemplar de maiores dimensões atribuído a esta tipologia de todos os registados até ao momento no Concelho de Castelo de Vide e no Nordeste Alentejano, fazendo parte do complexo arqueológico dos Mosteiros.

 Não obstante o seu precário estado de conservação, ainda são visíveis sete dos oito esteios graníticos que compunham originalmente a câmara sepulcral de planta poligonal irregular com cerca de cinco metros de diâmetro interno, para o interior da qual encontram-se inclinados três dos seus maiores esteios. A par destes, observam-se fragmentos de vários blocos graníticos, muito possivelmente correspondentes aos esteios que perfaziam o primitivo chapéu.

 Quanto ao corredor, relativamente comprido, apesar de ter sido cortado sensivelmente a meio por um muro de pedra solta delimitador de uma propriedade contígua, ele apresenta-se aberto a nascente, sem qualquer laje de cobertura, e é composto de seis esteios suportados, pelo interior, por seis pedras colocadas verticalmente.

 Em relação à mamoa - ou tumulus - que cobriria outrora todo o monumento, ainda são bastante visíveis alguns dos seus vestígios.

 Integrado na área do monumento é também possível observar a existência de um silo escavado na rocha de origem pré-megalítica, mas que terá sido parcialmente destruído quando da abertura de uma cova para colocação de um dos esteios do corredor. Poderá, deste modo, ter pertencido a uma área habitacional existente no mesmo local onde seria posteriormente construída a anta em epígrafe. [AMartins]